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Primeiros Socorros
   
 
QUEM SOMOS
 
A Cruz Vermelha de Angola criada pelo decreto nº 25/78, de l6 de Março de 1978, foi reconhecida pelo Comité Internacional da Cruz Vermelha a 1 de Outubro de 1986, filiada como Membro da Federação das Sociedades Nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

A Cruz Vermelha de Angola é constituída de acordo com as Convenções de Genebra, de que a Republica de Angola é parte aderente. É uma associação auxiliar dos poderes públicos, com fins assistências e de utilidade pública, dotada de personalidade jurídica e de autonomia administrativa e financeira, com carácter voluntário e desinteressado.

Definindo sua identidade através dos 7 Princípios Fundamentais do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, os quais manteve como guia de acção. Os Princípios Fundamentais do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho que são:


Humanidade
Nascida da preocupação de socorrer sem discriminação os feridos dos campos de batalha, a Cruz Vermelha sob o seu aspecto Internacional e Nacional empenha-se em prevenir e aliviar em todas as circunstâncias o sofrimento dos homens. Procura proteger a vida e a saúde, assim como fazer respeitar a pessoa humana. Favorece a compreensão mútua, a amizade, a cooperação e uma paz duradoira entre todos os povos.

Imparcialidade
Não faz nenhuma distinção de nacionalidade, de raça, de religião, de condição social ou de pertença política. empenha-se unicamente em socorrer os indivíduos conforme a gravidade do seu sofrimento e em dar prioridade aos casos mais urgentes.

Neutralidade
A fim de manter a confiança de todos, abstém-se de participar nas hostilidades e nunca intervém nas controvérsias de ordem política, racial, religiosa ou filosófica.

Independência
A Cruz Vermelha é independente, auxiliar dos poderes públicos dentro das suas actividades humanitárias e submissa ás leis que regem os seus respectivos países, as Sociedades Nacionais devem no entanto conservar uma autonomia que lhes permita agir sempre conforme os princípios da Cruz Vermelha.

Voluntariado
A Cruz Vermelha é uma Instituição de socorro voluntário e desinteressado.

Unidade
Só pode haver uma única Sociedade da Cruz Vermelha no mesmo País. Deve estar aberta a todos e estender a sua acção humanitária a todo o território.

Universalidade
A Cruz Vermelha é uma Instituição universal, no seio da qual todas as Sociedades têm direitos iguais e o dever de se ajudarem umas às outras.

MOVIMENTO DA CRUZ VERMELHA

JEAN HENRY DUNANT
Nasceu em Genebra no dia 8 de Maio de 1828. Nascido no seio de uma família próspera, respeitada e preocupada com os problemas sociais e o bem-estar da comunidade, Dunant, desde criança, foi imbuído pelo espírito caritativo dos seus progenitores. Em 1853, iniciou a sua carreira profissional como banqueiro. Tornando-se um homem influente de negócios, Henry Dunant decidiu aventurar-se num projecto arrojado de produção de farinha na Argélia.

Em 1859, necessitando de autorização de direitos de utilização de água, resolve falar directamente com o Imperador Napoleão III e expor-lhe o seu negócio. O facto de o Imperador se encontrar com as suas tropas no campo de batalha no norte de Itália não o demoveu dos seus intuitos. Dunant parte ao seu encontro, onde se deparou com uma das mais sangrentas batalhas do século XIX – a Batalha de Solferino.

Horrorizado pela carnificina a que assistiu, em que cerca de 40 mil soldados morreram ou ficaram feridos e foram largados à mercê do seu destino, rapidamente reúne mulheres das aldeias vizinhas para prestar assistência aos feridos de ambos os lados, sem distinção pelo uniforme ou nacionalidade, com o intuito apenas de ajudar homens que precisavam de socorro. De regresso a Genebra, Henry Dunant passa a escrito as memórias da experiência que viveu, publicando Recordação de Solferino, em 1862.

Neste livro, lança duas ideias: A criação de sociedades voluntárias de socorro para prestarem assistência aos feridos em tempo de guerra. A formulação de um acordo internacional que assegurasse a protecção dos soldados feridos e do pessoal médico no campo de batalha.

O livro foi um enorme sucesso e Dunant viajou pela Europa inteira no sentido de ganhar o maior número de apoios para as suas propostas. Em 1863, com o apoio de quatro cidadãos de Genebra, fundou o Comité Internacional de Socorro aos Militares Feridos em Tempo de Guerra (desde 1875, designado por Comité Internacional da Cruz Vermelha). Nesta altura é, também, adoptada uma Cruz Vermelha em fundo branco (inverso da bandeira da Suíça, país de Henry Dunant) como emblema protector.

No ano seguinte, 12 Estados assinam 10 artigos que formam a I Convenção de Genebra. Até então, a guerra e o Direito pareciam irreconciliáveis, no entanto, a partir desta convenção nasce o Direito Internacional Humanitário, demonstrando que mesmo em tempo de guerra existem regras que têm de ser cumpridas pelos combatentes. Em 1901, reconhecendo-se o seu valor, Henry Dunant é agraciado com o primeiro Prémio Nobel da Paz.

À data da sua morte, 30 de Outubro de 1910, então com 82 anos de idade, o prémio estava intacto e destinado, por testamento, ao pagamento das suas dívidas e a obras filantrópicas. Em sua homenagem, o dia do seu nascimento – 8 de Maio – é comemorado em todo o mundo como o Dia Mundial da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
EMBLEMAS
Os emblemas da Cruz Vermelha, Crescente Vermelho e, mais recentemente, do Cristal Vermelho são símbolos universalmente reconhecidos de assistência às vítimas de conflitos armados e catástrofes naturais. Nenhum destes três emblemas tem significado religioso ou político. Cada Sociedade Nacional, dependendo do emblema que escolheu, adopta o seu nome (ex: Cruz Vermelha Angolana).
O emblema que surge na origem do Movimento Internacional é uma Cruz Vermelha em fundo branco, tendo sido adoptado em 1863. Surge nesta forma porque se trata da inversão das cores da bandeira da Suíça, país de Henry Dunant, fundador da Cruz Vermelha.
À Cruz Vermelha juntou-se o Crescente Vermelho em 1876, na sequência da guerra russo-turca travada nos Balcãs. Nesta altura, o Império Otomano declarou que passaria a usar o Crescente Vermelho para identificar as suas próprias ambulâncias, continuando a respeitar a Cruz Vermelha como símbolo protector das ambulâncias do inimigo. Assim, o aparecimento deste segundo emblema adveio da necessidade de se preservar a sensibilidade cultural muçulmana no Movimento.
 Infelizmente, muitos países continuam a ver uma ligação religiosa, cultural ou política nos emblemas da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. Esta percepção chegou mesmo a afectar o respeito pela neutralidade que lhes é conferida, pondo em causa o seu carácter protector. A solução envolveu a adopção em 2005, de um Protocolo Adicional às Convenções de Genebra que criou o Cristal Vermelho. Este novo emblema é livre de qualquer conotação cultural, religiosa, política ou étnica e tem o mesmo estatuto internacional dos emblemas existentes.
 

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